sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Livro em destaque no mês de setembro de 2017




Livro: A Bela e o Vilão
Autora: Julia Quinn

Sinopse:

Libertino. Devasso. Debochado.
Três adjetivos que podiam descrever Michael Stirling na perfeição. Bem conhecido nas festas londrinas, quer desempenhasse o papel de sedutor ou papel de seduzido, uma coisa era certa: nunca entregava o coração. Ele teria até acrescentado a palavra “pecador” ao seu (cartão de visita), se não achasse que isso mataria a pobre mãe.
Mas ninguém é imune ao amor. Quando a seta de cupido atinge Michael, dá início a uma longa e tortuosa paixão – pois o alvo dos seus afetos, Francesca Bridgerton, tem casamento marcado com o seu primo.

Mas isso foi antes. Agora, Francesca está novamente livre. Infelizmente, ela vê Michael apenas como um ombro amigo – até a fatídica noite que lhe cai inocentemente nos braços, e a paixão se revela mais poderosa e intensa do que o mais perverso dos segredos…

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Escritor/personalidade do mês de agosto de 2017



Albert Camus


Albert Camus (Mondovi7 de novembro de 1913 — Villeblevin4 de janeiro de 1960) foi um escritorromancistaensaístadramaturgo e filósofo francês nascido na Argélia.
 Foi também jornalista militante engajado na Resistência Francesa e nas discussões morais do pós-guerra. Na sua terra natal viveu sob o signo da guerrafome e miséria, elementos que, aliados ao sol, formam alguns dos pilares que orientaram o desenvolvimento do pensamento do escritor.

Camus foi agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura de 1957 "por sua importante produção literária, que, com seriedade lúcida ilumina os problemas da consciência humana em nossos tempos".

Biografia

Albert Camus nasceu na costa da Argélia numa localidade chamada Mondovi (hoje denominada Dréan) durante a ocupação francesa numa família "pied-noir. Seu pai, Lucien Auguste Camus (1885-1914), era francês nascido na Argélia e sua mãe, Catherine Hélène Sintès (1882-1960), também nascida na Argélia era de origem minorquina. Camus conhece cedo o gosto amargo da morte, seu pai morreu em 1914, na batalha do Marne durante Primeira Guerra Mundial. Sua mãe então foi obrigada a mudar-se para Argel, para a casa de sua avó materna, no famoso bairro operário de Belcourt onde, anos mais tarde, durante a guerra de descolonização da Argélia houve um massacre de muçulmanos.
O período de sua infância, apesar de extremamente pobre é marcada por uma felicidade ligada à natureza, que ele volta a narrar em O Avesso e o Direito, mas também em toda a sua obra. Na casa, moravam além do próprio Camus, seu irmão que era um pouco mais velho, sua mãe, sua avó e um tio um pouco surdo, que era tanoeiro, profissão que Camus teria seguido se não fosse pelo apoio de um professor da escola primária Louis Germain, que viu naquele pequeno pied-noir um futuro promissor. A princípio, sua família não via com bons olhos o fato de Albert Camus seguir para a escola secundária, sendo pobre, e o próprio Camus diz que tomar essa decisão foi difícil para ele, pois sabia que a família precisava da renda do seu trabalho e, portanto, ele deveria ter uma profissão que logo trouxesse frutos - como a profissão do seu tio. No fundo, Camus também gostava do ambiente da oficina onde o tio trabalhava. Há um conto escrito por ele que tem como cenário a oficina, e no qual a camaradagem entre os trabalhadores é exaltada.
Sua mãe trabalhava lavando roupa para fora, a fim de ajudar no sustento da casa. Durante o segundo grau, ele quase abandonou os estudos devido aos problemas financeiros da família. Foi neste ponto que um outro professor foi fundamental para que o ganhador do prêmio Nobel de 1957 seguisse estudando e se graduasse em filosofia: Jean Grenier. Tanto Grenier quanto o velho mestre Guerin serão lembrados, posteriormente, pelo escritor. O Homem Revoltado (1951) é dedicado a Grenier, e Discursos da Suécia (que inclui o discurso pronunciado por Camus, ao receber o Nobel) a Germain.
Sua dissertação de mestrado foi sobre neoplatonismo e sua tese de doutoramento, assim como a de Hannah Arendt, foi sobre Santo Agostinho.
Em 1938, Camus ajudou a fundar o jornal Alger Républicain e durante a Segunda Guerra Mundial até 1947, colaborava com o jornal Combat, além de ter colaborado no jornal Paris-Soir.

Bibliografia


·         A Metáfora do Sol , por Dimas Macedo
·         Albert Camus - A Libertinagem do Sol (2002), por Horacio González
·         Albert Camus - Um Elogio do Ensaio (1998), por Manuel da Costa Pinto
·         Camus (1959), por Germaine Brée
·         Camus (1966), por Adele King
·         Camus's "L'Étranger": Fifty Years On (1992), por Adele King
·         Camus: Vida e Obra (1970), por Vicente de Paulo Barretto
·         Albert Camus: A Biography (1997), por Herbert R. Lottman
·         Albert Camus and the Minister (2000), por Howard E. Mumma
·         Albert Camus: Kunst und Moral, por Heiner Wittmann
·         Camus e Sartre: O fim de uma amizade no pós-guerra.(2007), por Ronald Aronson
·         Sartre and Camus in Aesthetics. The Challenge of Freedom.(2009), por Heiner Wittmann
·         Ethics and Creativity in the Political thought of Simone Weil and Albert Camus 2004, por Dr. John Randolph LeBlan

·         Os Mandarins por Simone de Beauvoir 
·         Camus: A Romance (2009), por Elizabeth Hawes
·         Camus. L'homme révolté (2006), por Pierre-Louis Rey
·         Albert Camus (2003), por Neil Helms e Harold Bloom
·         Camus: Portrait of a Moralist (1999), por Stephen Eric Bronner
·         Albert Camus: Elements of a Life (2010), por Robert Zaretsky
·         A Life Worth Living: Albert Camus and the Quest for Meaning (2013)
·         Albert Camus, vérité et légendes (1998), por Alain Vircondelet
·         Albert Camus : solitaire et solidaire (2009), por Catherine Camus
·         Le monde en partage. Itinéraires d'Albert Camus (2013), por Catherine Camus
·         Album Camus : iconographie choisie et commentée (1982), por Roger Grenier
·         Camus: A Critical Study of His Life and Work (1982), por Patrick McCarthy
·         Camus, frère de soleil (1995), por Emmanuel Roblès
·         Camus (1959), por Jean-Claude Brisville
·         Camus (2010), por Virgil Tănase
·         Camus : de l'absurde à l'amour : lettres inédites d'Albert Camus (1995), por André Compte-Sponville, Laurent Bove, Patrick Renou